28 de setembro de 2013 / Dicas Textos
Como muitos sabem, no final do ano vou fazer um intercâmbio, e para conseguir viajar, vou precisar me dedicar 3 vezes mais aos estudos, para não correr riscos de ficar de recuperação e jogar tudo por água abaixo. Vou para de trabalhar com fotografia (temporariamente), vou diminuir o tempo no celular e computador, vou abrir mão das aulas de teatro e artes, vou deixar de lado os programas de sábado com os amigos, tudo isso para conseguir realizar meu sonho. 
Bem, por mero acaso, cliquei em um link e me deparei com um texto bem bacana que fala sobre a internet e como as vezes exageramos. Me fez pensar que, esse “tempo” que vou dar em tudo, vai ser bom para “desintoxicar” e descobrir quem realmente eu sou (sem a influência das redes sociais a cada minuto), o que eu gosto e o que eu quero. Leiam com a mente aberta:
“Tem gente que pira nas redes sociais. Você abre o Instagram e a pessoa está lá, se exibindo da forma mais escandalosa. Ah, como eu sou linda. Ah, como eu sou foda. Ah, meu deus, como eu sou feliz. No Facebook, ele publica fotos que deveriam ter sido deletadas, revela detalhes sobre a sua vida privada, se gaba de tantas coisas, e com tanta frequência, que faz a gente pensar que, na verdade, anda profundamente deprimido.
Não estou falando – vejam bem – de quem perde a mão de vez em quando e exagera na exposição de si mesmo. Isso acontece. A esta altura da sociedade do espetáculo, o mau gosto eventual tornou-se quase obrigatório. O problema com quem pira nas redes é que age sem pudor sistematicamente. É como o sujeito que bebeu demais toda vez que você o encontra. Ele é bêbado, né?
Com isso tudo estamos acostumados, porém. Os excessos nas redes sociais não são novidade. O que me fez escrever esta coluna foi a súbita percepção de que os superexibidos têm parceiros.
Cada vez que eles fazem um espetáculo de si mesmo sobra para quem está ao lado. O sujeito sobe uma foto da baladas às 3 da manhã e a namorada leva uma porrada quando abre o telefone, seis horas depois. Ou ela posta um comentário indiscreto logo cedo e ele passa o dia ouvindo ironias dos “amigos” comuns.
Parece inevitável que onde existe alguém obcecado em exibir-se haverá outro alguém juntando os caquinhos emocionais. Ninguém passa imune a esse tipo de streap tease.
Para quem não frequenta as redes sociais, esta conversa talvez pareça mi-mi-mi, mas juro que não é. O balanço entre público e privado tornou-se uma questão real para os casais. O que se mostra e o que não se mostra? Qual é o nosso combinado? Quando uma das partes tem compulsão de aparecer, fica mais difícil. Aí cabe a um conviver passivamente com a consequência dos excessos do outro – o que frequentemente é intolerável.
Uma pesquisa da Universidade do Missouri divulgada na internet sugere que quanto mais os casais usam o Facebook mais eles brigam. Em geral por causa de ciúme. Eu entendo perfeitamente.
Pouca gente lida bem com a documentação da vida dos parceiros. Antes, quando entravam num relacionamento sério, as pessoas tiravam da estante as fotos dos ex-namorados e colocavam a troca de email com eles numa pastinha escondida no computador. Agora existem as redes. Nelas estão as fotos dos três últimos namoros, assim como promessas de amor e os grunhidos sensuais trocados em cada um deles. Para todo mundo ver e compartilhar. 
Se isso não fosse constrangimento suficiente, ainda vem uma torrente diária de novas imagens, novos amigos, renovados e ardorosos elogios – “que gato”, “que linda”, “cada vez melhor”… Haja desapego.
Relacionamentos, da forma como eu vejo, são construções para dois. Eles têm um forte componente social – dependem de amigos, família, colegas – mas, fundamentalmente, triunfam ou fracassam na intimidade. Quando uma das partes resolve viver em público, a relação fica enormemente vulnerável. Emoções que caberiam melhor na mesa da cozinha ou no banco da frente do carro acabam sendo exibidas diante de todos, como acontece com os artistas. Poucos aguentam esse tipo de exposição.
Ao final, quem procura atrair demais a aprovação de estranhos provoca insegurança no parceiro. Sugere que não bastam a atenção nem o aconchego que ele oferece. Se tudo tem de ser dividido com todos, o que há de especial e único nesta relação aqui? É algo a se pensar. E algo a se proteger. O ruído de aprovação das redes sociais, por mais intenso que seja, não preenche a nossa solidão. Ela se resolve apenas com relações reais. Amigos reais. Família real. Amor de verdade, com carne, ossos e defeitos, protegido por uma grossa camada de intimidade e de silêncio.” fonte
Apesar do texto tratar principalmente do relacionamento amoroso, dá pra adaptar para todas as relações, inclusive aquela que a gente tem (ou deveria ter) com a gente mesmo. Vale a pena refletir!



24 de agosto de 2013 / Textos

Como vocês que acompanham o blog viram (quem é novo por aqui, veja esse post) eu e as meninas da equipe começamos o projeto “Explore o Alheio”, onde nos comprometemos a mudar nosso comportamento em relação a diversas coisas! Eu fiquei realmente animada com essa ideia, já criei minhas metas e pretendo segui-las. E por um acaso, alguém postou esse texto no facebook e eu gostei muito, ele enumera 15 coisas que precisamos deixar de lado para sermos felizes.

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle.Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros.Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar.Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar. Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança.Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos. Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos. Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas.Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado.Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego.Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas. Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho. fonte

Bem, essas são as 15 metas de vida. Claro que é impossível deixar de fazer tudo isso, afinal nós somos seres humanos, temos certos defeitos por natureza, mas acho que o bacana de tudo isso é a busca por se tornar alguém melhor, porque quando a gente está bem, passa isso pra quem está perto da gente! Tem coisas na lista que eu já não faço (pelo menos, não muito) e outras que eu faço em excesso e sei que me fazem mal. É isso, espero que tenham gostado! Comentem!



29 de abril de 2013 / Textos

Oi gente, demorou pra sair post porque estava viajando. Hoje resolvi trazer para vocês uma crônica que me ajudou muito a abrir os olhos e superar alguns problemas. Espero que gostem.


“Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando um carro preto saiu de repente do estacionamento direto na nossa frente. O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em outro carro, foi mesmo por um triz!
O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente, mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo, e ele o fez de maneira bastante amigável. Indignado lhe perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital!’. Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de “A Lei do Caminhão de Lixo.”
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente. Nunca tome isso como pessoal. Isto não é problema seu! É dele! Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. Fique tranquilo, respire e deixe o lixeiro passar.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo com você! Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem. A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe!”
Arnaldo Jabor

Bem. é isso… Estou tentando colocar a lei do caminhão de lixo em prática no meu dia a dia. Já conheciam a crônica? Gostaram? Comentem!


19 de dezembro de 2012 / Textos

Ela tinha uma história triste guardada lá dentro de si, aprendeu a ser desapegada e sincera, daquele tipo que não liga se vai magoar alguém. Ele tinha tanto medo de acabar sozinho que no fim afastava as pessoas dele, desconfiado e ciumento, ele vivia em um mundo onde tudo rodava em torno da opinião dele. Completamente diferentes, se apaixonaram. Ela não queria nada sério, graças a uma antiga história e ele queria ter certeza de que ela seria só dele. No fim, ela cedeu… 

A relação foi indo bem, com seus altos e baixos, como qualquer outra. Mas é como dizem, ultimamente um namoro não é só o casal, é um ex filho da puta, aquela amiga fura olho, a invejosa que espalha boatos, o amigo solteiro que quer o amigo de volta… E foi bem isso que aconteceu, as amigas inventavam boatos de que ela estava apaixonada pelo ex e os amigos inventavam que ela o traía. Todos se aproveitando da insegurança dele. Mas no fim, não era nem uma coisa nem outra, ela estava apaixonada por ele e fim.

Ele ciumento acreditava nas mentiras dos amigos e amigas, ficava cada vez mais inseguro. Em uma festa, querendo supostamente dar o troco na traição dela, ele ficou com outra. Ela descobriu, terminou tudo e seguiu seu caminho. Por incrível que pareça, não ficou triste por ter terminado a relação, mas sim porque tinha no coração de que ele ficaria sozinho sempre, graças à muralha que construiu em torno dele mesmo. E hoje, depois de meses, ele sente falta dela como se eles tivessem terminado ontem.

História inspirada em dois conhecidos meus. Espero que tenham gostado! Peço desculpa pelo sumiço, mas meu notebook está estragado e a internet está SUPER lenta.
Postado por: Bruna Alecrim



22 de setembro de 2012 / Textos


Algumas pessoas tem aversão à mudança. Por algum motivo, para elas, quando se fala de mudança sempre é para pior, então elas acham que ninguém tem o direito de mudar. Mas quer saber, a vida é feita de mudanças! Precisamos evoluir e isso só acontece mudando. Mudando a forma de pensar e agir, mudando as companhias, mudando…


E se a mudança for pra pior, paciência… O ser humano aprende é com os erros mesmo! O passado não é algo ao qual nós devemos ficar presos. Ele só serve para olharmos, aprendermos com os erros e então seguir em frente, e não para vivermos eternamente nele, cometendo os mesmos erros e mantendo a mesma maneira de pensar.


Às vezes sentimos necessidade de fazer uma mudança drástica e até aquelas pessoas que você achava que te apoiariam sempre, ficam contra você (e são nessas situações que você aprende que, a única pessoa que vai estar do seu lado sempre é Deus). Mas nessa hora, você deve pensar em você e apenas em você, porque a vida exige, muitas vezes, mudanças assim. Acredite, eu passei por isso e sim, por mais difícil que pareça, a vida entra nos trilhos uma hora e você pensa: “porque diabos não fiz isso antes?”.


E sabe, às vezes,as coisas dão errado para que no futuro dê tudo certo. Então calma, relaxa, respira fundo porque a vida continua.





8 de setembro de 2012 / Textos


Sentada na varanda, deixando o vento bagunçar seus cabelos. Era assim que ela era encontrada todas as tardes e ficava assim o dia inteiro, pensando em seu futuro e fazendo planos. Sonhava acordada e a cada dia, pensava mais e mais alto.
Queria passar na USP, fazer medicina, mudar para Miami e ter três iates. Queria um marido e dois filhos, uma mansão em Malibu e um apartamento em Copacabana. Queria ser modelo, bailarina, atriz e professora… E a cada dia queria mais e mais, sonhando sempre com um futuro diferente.

Um dia, uma pequena garotinha passando em frente sua casa perguntou a ela “O que você tanto faz aí parada o dia inteiro?”, e ela contou então todos os seus sonhos, contou o que queria ser, o que queria comprar e onde queria morar.
A garotinha ficou muito tempo em silêncio, sentou-se ao lado dela e não falou nada. Passados alguns minutos, a menininha disse “Não entendo… Você quer tanto, mas não faz nada. Quer ser rica, mas não trabalha. Quer ser inteligente, mas não estuda. Quer viajar o mundo, mas nem sequer tem coragem de sair dessa varanda”. Disse isso e foi embora, sem nem olhar para trás.

De início, ela ficou indignada. Como ousava uma menina tão pequena e sem experiência falar aquilo para ela? Mas, os minutos foram mostrando que o que a garotinha disse estava certo. Não bastava ela sonhar e não fazer nada para realizar, porque a vida não é fácil, exige muito e dá pouco em troca, mas com o tempo, a gente pega o jeito e aprende a aproveitar cada presente que ela dá.

A partir deste dia, ninguém mais a viu sentada pensativa na varanda. Na verdade, quase não a viam mais. Ela começou a fazer teatro e aulas de dança, arranjou um emprego e começou a faculdade. Nunca ficava parada. Conheceu novas pessoas, fez novos amigos. Um em especial que ela se surpreendeu. Uma pessoa nova, disposta e feliz consigo mesma, essa pessoa, era ela mesma, que estava agora sempre com um sorriso no rosto, pois sentia, finalmente, que a vida valia a pena. 

Fiz esse texto um pouco inspirada em mim e um pouco inspirada nas pessoas que vejo por aí. Acho que todo mundo já se viu, está se vendo ou vai ser ver nessa situação, porque sempre chega a hora que sonhar não resolve nada, a gente tem é que correr atrás.

Espero que tenham gostado! Comente sua opinião!


4 de agosto de 2012 / Textos



Resolvi abordar o assunto sobre “Blogueiras Fúteis”. Fiz esse texto pois cansei do ‘preconceito’ que as blogueiras sofrem. Sempre desvalorizam, acham que é fácil e simples. A questão é: muitas blogueiras vivem disso. Enquanto alguns são médicos e outros engenheiros, elas são blogueiras. Não pensem que é um trabalho fácil, assim como um engenheiro tem que conquistar clientes, uma blogueira tem que conquistar leitores. Sem leitores uma blogueira não é nada. Esse é só um esclarecimento.


Para aquelas que o blog virou o trabalho, é claro que o mundo delas vai estar sempre ligado a ‘luxos’, como: sapatos novos, desfiles, viagens e coisas assim. Pode ser que pareça fantasia, um mundo frágil, mas é dali que elas tiram o dinheiro para o pão de cada dia.


E sinceramente, não é porque uma garota (ou garoto) é blogueiro que ele precisa salvar o mundo, participar de todos os trabalhos voluntários e etc. Na verdade, TODOS (pobres, ricos, blogueiros, engenheiros, médicos, estudantes…) deveríamos fazer isso. 
Pense um pouco antes de julgar.

“Não esqueçam de conferir o blog de HTML! Clique aqui 



9 de junho de 2012 / Textos


Já parou para ver o quanto a vida é maravilhosa ?
Já parou para notar as flores,o sol ou até mesmo a chuva?
    Eu imagino que com o dia dia atribulado, você deve ter parado de ver o lado bom das coisas
deve ter parado de olhar os detalhes,com o tempo para de olhar nos olhos das pessoas e a vida acaba ficando cinza sem graça e você nem percebeu que isso  aconteceu porque você parou de olhar as coisas lindas ao seu redor. 
     Por isso eu peço passe pela vida e leve e deixe coisas boas,viva os amores,os momentos,a família e olhe os detalhes,tome banho de chuva,converse olhando nos olhos,coma muito brigadeiro sem neuras pelo menos uma vez na vida,seja feliz sem obrigar a seguir as regras de ninguém,não tenha vergonha de fazer perguntas,de gargalhar.Quando a vida te obrigar a crescer sem que esteja preparada,reaja tome as rédeas da situação seja dona da sua vida,chore quando for necessário sem medo do que vão pensar,seja apenas você,viva conforme seus padrões e regras seja feliz com quem te faz feliz,e por favor livre-se de preconceitos e de ideias ultrapassadas,deixe a vida dar passagem ao novo,abra-se para coisas nova e a vida vai te mostrar como ela é bonita.

Gostaram do texto? Comentem!



29 de maio de 2012 / Textos



Já parou para pensar na quantidade de vídeos e textos falando sobre amor? A quantidade de paginas no facebook que falam sobre amor ?           
Amor é uma linguagem universal e passamos boa parte da vida atrás dele,antes as pessoas usavam carta, serenatas hoje com a internet todo mundo tem um teoria diferente e o amor acabou se tornando algo cheio de regras ficamos meio enformados, temos um passo a passo da paquera, um tutorial  de namoro, e dicas para  deixar não deixar sua relação cair na rotina , tudo isso vindo de pessoas as vezes da nossa idade, eu já li muitas criticas de pessoas dizendo que não podemos dar conselhos pois ainda não sabemos o que é amor.        Esses dias estava pensando justamente nisso,somos a geração que mais avança em tecnologia e que mais entende de amor na teoria, mesmo contudo isso acho necessário que existam pessoas que falem de amor, que coloquem seus vídeos falando ”por que ele não ligou”, esses detalhes tipo ligações e flores nunca ficam velhos, sempre vamos esperar ele ligar no dia seguinte, num tempo onde o amor é teoria falar sobre ele é até saudável nos faz ter vontade de buscar, de provar de saber se ele é real por isso pra mim não importa a idade eu ouço conselhos de todos, pois muita gente de 80 e poucos anos pode não ter vivido e experimentado o amor como eu, e mais uma vez eu digo: num tempo onde o amor virou teoria, viver o amor e sentir-lo é praticamente um desafio. 

Gostaram do texto? Comentem!



19 de maio de 2012 / Textos



Você se apaixona e começa um relacionamento… Ou você se apaixona e quer começar um relacionamento… Independente da situação, será que vale a pena fazer tudo para agradar o outro? Vale a pena mudar o seu jeito de ser para ficar ao lado de quem a gente ama? 
Sinceramente? Não, não vale a pena. 


Obviamente em um relacionamento as duas pessoas devem ter a mente aberta e ceder quando necessário… Mas isso não quer dizer mudar seu jeito de ser para deixar a outra pessoa mais feliz. Porque, vamos ser sinceras, se a pessoa não gosta de você do jeito que você é (seja você desastrada, palhaça, romântica incorrigível, sarcástica…) não vale a pena ficar com ela. Por mais que você a ame, ela não vai te amar até você se adequar aos padrões mentais dela. E não tem um ditado que diz “Se você dá uma mão a pessoa quer as pernas”? 
Você vai mudando, aceitando tudo até um ponto que não se reconhece mais. A partir daí você começa a perder seus amigos, que não te reconhecem mais também (se você mesma não se reconhecem, quem mais vai reconhecer?).


Essa questão não entra só nos relacionamentos amorosos, mas também nas amizades… Se um amigo te faz mudar seu jeito de ser, acredite, ele não é seu amigo! Talvez seja difícil de acreditar no início… Talvez você ache que é inveja, ciúmes ou exagero de quem está te avisando (sempre tem o amigo que avisa… mesmo que seja sua mãe!), mas não custa parar e pensar: eu sou a mesma que eu era antes desse relacionamento? Se a resposta for não, analise: Minha mudança foi para melhor? Se a resposta for negativa eu te dou um conselho: Caia fora disso! Antes que as consequências se tornem ruins o bastante para te fazer sofrer demais