5 de dezembro de 2012 / TV e Cinema

Faz um tempinho que não falamos de séries e filmes né? Como sou mais chegada em séries resolvi trazer duas que estou viciada para vocês poderem assistir nesse período de férias! Vou tentar trazer sempre o que venho acompanhando (Não esqueçam de me indicar também!). Vamos lá:


A primeira é Revenge! Comecei a ver por indicação de uma amiga e em menos de um mês já vi toda a primeira e quase todos da segunda (a série está em hiatus). A série conta a história de Emily Thorne (que na verdade se chama Amanda Clarke) que passa a vida se vingando de todos que arruinaram e mataram seu pai no passado. Vou usar a descrição que minha amiga me falou para me convencer a assistir: A série é como a novela “Avenida Brasil”, a (grande) diferença é que todos são multimilionários e Emily não é burra igual a Nina. Vale a pena assistir (Preste atenção também nos looks lindos das personagens)!


A segunda é 666 Park Avenue. Comecei a assistir por indicação da Isabela e amei! A série conta a história de um casal que sai do interior e se muda para NY. Eles são contratados para serem síndicos do Drake, um prédio muito antigo de um bairro nobre na cidade. Várias coisas estranhas acontecem no Drake e o que esse casal não sabe é que todos no prédio obtém sucesso nas coisas que fazem graças à um pacto com o diabo. Não se deixe assustar! A série não é como atividade paranormal ou filmes assim. É ótima e vale a pena!

Vocês conhecem alguma outra para me indicar? Já conheciam essas? Comente!

Postado por: Bruna Alecrim


27 de setembro de 2012 / Música TV e Cinema


O The Voice, como todo mundo sabe é uma competição de canto. A ideia surgiu na Holanda e foi adotada por vários países do mundo todo, inclusive pelo Brasil. O programa começou semana passada na Rede Globo e já foi um sucesso! Também, com os os maravilhosos músicos como jurados, Lulu Santos, Carlinhos Brown, Daniel e Claudia Leite, era impossível não ser sucesso.


De inicio, eu achei que seria como o Ídolos ou outros programas que outras emissoras já lançaram. Mas depois eu vi que o The Voice era bem melhor primeiramente, pelo fato de os jurados não serem técnicos. E também pelo fato de os jurados não verem o cantor, porque querendo ou não, quando você vê o candidato antes de ouvi-lo, você já cria um pré-conceito dele né? Então o programa acaba atingindo um nível bem melhor.
Outra coisa que me surpreendeu no programa foi Lulu Santos, que não aparece nunca na tb né gente? Se o cara topou participar é porque não é coisa ruim!
Enfim… eles selecionarão brasileiros que terão o talento mostrado para o mundo e disputarão o prêmio de R$ 500 mil e a gravação de um álbum pela Universal Music! Dai a gente pensa, finalmente a globo investiu em algo melhor que Big Brother né? 


Boninho ainda disse: “O objetivo do programa não é produzir um talento. É revelá-lo. Vamos descobrir quem está escondido”. 

Vale a pena ir lá no site da Globo e ouvir os selecionados, clique aqui! É só ir clicando no rosto dos participantes na barra lá em baixo. 

Gostaram dos escolhidos? Quem foi seu preferido? Comentem!



23 de maio de 2012 / Famosos TV e Cinema
Xuxa e Cláudio Manoel, direto do quadro “O que eu vi da vida”

Nesse domingo a Xuxa fez um depoimento para o quadro do fantástico “O que vivi da vida”… Realmente, não podemos negar que ela teve que ter muita coragem para ir lá e contar tudo o que contou, mas é claro que sobre o passado ‘negro’ ela nem tocou no assunto… Mas deixa isso pra lá!

Para quem não viu o depoimento aqui está:


Xuxa em seu depoimento conta que foi abusada sexualmente três vezes (Pelo amigo do pai, pelo professor e pelo namorado da avó). Diz ainda que namorou Pelé, mas que seu grande amor foi Senna. Contou ainda que Michael Jackson disse que queria se casar e ter filhos com ela.


Apesar das revelações, Xuxa não quis comentar sobre o filme “Amor eterno amor” que é conhecido como “O filme proibido da Xuxa”. Não comentou também sobre Marlene Mattos e Luciano Szafir, pai de sua única filha.


Aqui alguns comentários dos famosos:


Fernanda Souza, atriz: “Acabei de ver a reprise da entrevista da Xuxa no ‘Fantástico’! Meu Deus… Fiquei hipnotizada! AMO e admiro demais essa mulher” 

Val Marchiori, socialite: “A Xuxa me surpreendeu! Muito corajosa. Coitada. Eu a entendo. Muito bem”. 

Eri Johnson, ator: “Valeu Xuxa, arrebentou” 

Caroline Celico, cantora: “Depoimento forte e sincero da Xuxa!! Meu Deus… Me emocionei demais… Parabéns! Que Deus de força e sabedoria” 

Gaby Amarantos, cantora: “Bem, sou suspeita. Amo a Xuxa. Perto dela você entende o quanto ela é especial” 

Rafinha Bastos, humorista: “Vi a entrevista da Xuxa e fiquei quietinho #acaminhodacura”

Ticiane Pinheiro, apresentadora: “Xuxa, eu te amo!!! Parabéns pela coragem de dividir a sua história com todos nós! 

Ingrid Guimarães, atriz: “Espero que os engraçadinhos de plantão não façam piadinha com o depoimento da Xuxa.” 

Walcyr Carrasco, autor: “Não é fácil para uma pessoa famosa expor sua intimidade com a franqueza de Xuxa no Fantástico. É preciso ser muito forte para sofrer abuso sexual contínuo durante a infância e a adolescência e mesmo assim dar a volta por cima, construir uma vida profissional e afetiva.”

Luana Piovani, atriz: “Li no jornal agora o “bapho” da Xuxa. Afff, que trauma! Por dois homens e mais de uma vez… Caraca, choquei. O que ela fez é bom para que as pessoas tenham coragem de denunciar, mas esperar tanto tempo? Não teria sido melhor com a Sasha pequena?”

O que vocês acharam do depoimento? Comentem!



22 de maio de 2012 / TV e Cinema


Em Os Vingadores, quando um inimigo inesperado surge ameaçando a segurança global, Nick Fury, diretor da agência internacional de paz conhecido como SHIELD, recruta uma equipe para livrar o mundo de uma possível destruição, e com isso ele reúne Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Capitão América (Chris Evans), Thor (Chris Hemsworth), Hulk (Mark Ruffalo), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e outros.
Como todos vocês devem saber (se você não ouviu ainda nada sobre isso está no planeta errado, me desculpe), Os Vingadores estreou há alguns dias atrás e após receber a notícia de que o filme acabou de bater a marca de US$ 700 milhões de bilheteria mundial, me senti no dever de pesquisar mais sobre o assunto e (tentar) escrever uma resenha decente. Ok, confesso que estava muito ansiosa e curiosa para a estreia desse filme porque não conseguia imaginar um jeito de juntar todos estes super-heróis super queridos em um só filme sem que ficasse ruim/estranho. Mas saí da sala do cinema surpresa porque todas as minhas expectativas anteriores estavam superestimadas de uma forma negativa. Deixe-me ser mais clara: levei literalmente uma rasteira do diretor.
Ainda que tenha pouquíssima experiência no cinema como diretor, Joss Whedon se mostrou brilhante. Porque eu com toda a minha habilidade para criar histórias fiquei boquiaberta com a sagacidade com que ele conseguiu pegar as características principais de cada personagem fazendo com que cada um tivesse um brilho especial no filme, sem deixar que um aparecesse mais que o outro, complexidade pura. O equilíbrio é quase perfeito e as histórias dos heróis vão se encaixando como um quebra-cabeça durante os 142 minutos de Os Vingadores.
É interessantíssimo como no final das contas, a trama do filme não fica tão complexa assim para os leigos, ou seja, mesmo que uma determinada pessoa não tenha assistido nenhum dos outros filmes da Marvel conseguirá- mesmo com dificuldade- apreciar a obra como um todo. E Joss tem o dever, maior ainda, de agradar o público já viciado nos quadrinhos; afinal de contas se analisarmos o número de filmes dos super-heróis, é bem menor que o de publicações mensais nas bancas. Assim, a tarefa encampada pela Marvel é completamente ousada: recriar este mesmo universo, com deixas propositais espalhadas em diversos filmes de forma que, futuramente, façam sentido na história como um todo e agradem o público. Os Vingadores é o grande ápice deste planejamento e parece ter alcançado o objetivo, agradando tanto os “nerds/viciados” de plantão e todos os que foram por acaso assistir ao cinema. Pelo menos é essa sensação que fica. 



Acredito que estamos diante de um filme que não reúne apenas os heróis para que, juntos, resolvam dar uma lição no violão, no caso Loki & Cia.. O grande mérito de Os Vingadores é respeitar a individualidade de cada super-herói e saber reconhecer o tamanho de seu próprio ego. O resultado disto é conflito, muito conflito. Seja através de tiradas provocadoras – muitas delas geniais – ditas por um Tony Stark (Robert Downey Jr., em PLENA e linda forma. Obs: não importa o que aconteça ele sempre será o meu preferido) altamente sarcástico ou através de briga mesmo – Hulk que o diga. A construção destes confrontos, sempre em duetos, é feita de forma paulatina e crescente, mesclando grandes cenas de enfrentamento com outras de conversa e discussão. Essa mesclagem faz com que o filme não fique extremamente parado ou extremamente ação, faz com que haja uma sintonia entre a história e as lutas. Tudo isso com o objetivo de ressaltar um grupo tão heterogêneo cuja única semelhança é defender o próximo.

Não quero adentrar demais na história e provocar spoilers, por isso estou me limitando somente à forma, a estrutura do filme. Para quem conhece melhor os personagens, Os Vingadores traz ainda alguns brindes extras. Extremamente bem feito pelo lado técnico, o filme conta com determinadas cenas que são especiais para quem curte os heróis desde os quadrinhos. A primeira aparição do porta-aviões aéreo da S.H.I.E.L.D. é uma delas, a conclusão no duelo entre Capitão América e Thor é outra. Entretanto, nada supera a cena em que os seis heróis surgem perfilados, formando um círculo, prontos para a batalha. Aí está resumida toda a temática e a proposta do filme.
Não vou dizer também que tudo é extremamente perfeito, ainda há alguns clichês básicos e um nacionalismo exacerbado estadounidense, mas na minha humilde opinião aí também já é exigir demais. Mesclando aventura, tensão, humor na medida certa, Os Vingadores é um filme muito interessante que faz jus ao peso de seus protagonistas. Além de contar com um excelente elenco- com destaque absoluto para Robert Downey Jr., sério gente, como não amar as caras, as piadas do Robert? E a moral de entrar em cena com AC/DC? Só ele tem-, e uma direção precisa de Joss Whedon. Excelente filme, acredito eu, que seja um dos melhores envolvendo super-heróis já feito até os dias de hoje.
Ah, o site Omelete fez uma entrevista exclusiva com o diretor e pra quem estiver interessado em ver como é a cara dele, aqui está:




PS: Desculpem-me pela resenha extremamente pessoal e pela minha grande “crush” pelo Robert, mas não consigo me conter 🙂 
E ai pessoal, o que acharam do filme? Comentem! 



1 de março de 2012 / Famosos Outros TV e Cinema

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas  de Hollywood entrega anualmente o maior prêmio da indústria do cinema de Hollywood, o Oscar. O Oscar 2012, aconteceu no último domingo, no dia 26 de fevereiro.

A Invenção de Hugo Cabret liderava com 11 indicações, mas ficou apenas com as que concorria nas categorias técnicas. O grande vencedor da noite foi mesmo O Artista, presente em dez categorias, que levou as principais estatuetas, Melhor Filme, Direção e Ator, somando também cinco prêmios.


A Invenção de Hugo Cabret é um filme de aventura e mistério, baseado no livro homônio, sobre um garoto que vive solitário em Paris em uma estação, tentando descobrir um enigmático mistério. O filme é dirigido por Martin Scorsese, com o roteiro de John Logan. É co-produzido por Graham King’s GK Films e Johnny Depp. O filme é estrelado por Asa Butterfield, Chloe Moretz e Jude Law. 
É por seu valor pedagógico que Hugo Cabret se destaca, (aí está para mim a grande sacada do filme) com Scorsese usando o 3D para potencializar o efeito dos truques de Méliès no ótimo flashback que relembra o processo do mestre (como a ilusão do tanque de lagostas). Quando faz essa ponte entre o primordial (o cinema de proscênio, teatro filmado) e o novidadeiro (o 3D retrabalhando a sobreposição de camadas), o filme de Scorsese beira a epifania, a revelação.


The Artist é um filme mudo com produção francesa e americanade 2011, do gênero Comédia romântica e Drama, e que conta a história de um ator em declínio e uma atriz em ascensão enquanto o cinema mudo sai de moda, sendo substituído pelo cinema falado e se passa em Hollywood entre os anos 1927 e 1932. O filme foi dirigido por Michel Hazanavicius, com um elenco composto por Jean Dujardin, Bérénice Bejo, James Cromwell, Missi Pyle, Penelope Ann Miller e John Goodman. 
Por mais simpático que seja, O Artista também não deixa de ser um filme calculadinho, tanto no que tem de moderno (o texto cheio de jogos de palavras com “falar” e a tentação constante de cair para a metalinguagem, na incapacidade de Valentin de ouvir as pessoas) quanto de perfeccionismo estético-histórico (a iluminação chama atenção porque o filme foi rodado em cores e depois vertido para preto-e-branco digitalmente, o que permite maior controle de contrastes.


Mesmo ganhando apenas 2 estatuetas, a de Melhor Edição e Melhor Edição de Som, The Girl with the Dragon Tattoo (Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres- título no Brasil, um filme de 2011 co-produzido entre os Estados Unidos, Suécia, Reino Unido e Alemanha, dirigido por David Fincher, escrito por Steven Zaillian e estrelado por Daniel Craig como Mikael Blomkvist e Rooney Mara como Lisbeth Salander, é com absoluta certeza um dos melhores filmes que já vi. 
O filme é baseado no romance sueco Män som hatar kvinnor, de Stieg Larsson, que por sinal pra quem gosta de leituras, recomendo MUITO a trilogia. Já vou dizendo que o filme (tanto quanto o livro) são fortes, tensos e difíceis de se encarar por alguns, por isso há tantas divergências de opinião sobre eles. É bem do tipo: Ou você ama ou odeia. Mas, tirando as divergências de lado, uma coisa é certa: Rooney Mara está impecável, brilhante, no papel de Lisbeth Salander, tanto que foi indicada ao prêmio de melhor atriz pelo papel.


Os outros indicados ao prêmio de Melhor Filme também são filmes ótimos e merecem destaque. Se tiverem tempo, vale a pena investir pelo menos em algum deles. Da esquerda da direita: Meia-Noite em Paris (com o roteiro maravilhoso do mestre Woody Allen), Cavalo de Guerra, Histórias Cruzadas, Os Descendentes, A Árvore da Vida, O Homem que Mudou o Jogo e Tão Forte e Tão Perto.


Os prêmios mais cobiçados da noite depois do de Melhor Filme, são os de Melho Ator e Melhor Atriz. 
Jean Dujardin ganhou o prêmio pelo filme O Artista e foi recebido com festa na França. Sem muito esforço dá pra saber quem ganhou o prêmio de Melhor atriz né? Meryl Streep em A Dama de Ferro.


Agora vamos ao tapete vermelho hehe 🙂
Os Looks mais clarinhos:


Sandra Bullock, Gwyneth Paltrow, Jennifer Lopez, Kate Mara e Wendi McLendon


Cameron Diaz, Mila Jovovich, Shailene Woodley, Roney Mara e Penelope Ann Miller


Os Looks Escuros e Metálicos:


Anna Faris, Angelina Jolie, Rose Byrne, Tina Fey e Jessica Chastein

Looks Coloridos:


Penelope Cruz, Natalie Portman, Missi Pyle, Maya Rudolph e Michele Williams


Outras celebridades também foram prestigiar a festa:


Miley Cyrus, Lily Collins, Diane Kruger, Katy Perry, Nina Dobrev e Elizabeth 


E ai, o que acharam da premiação? Dos ganhadores? Dos Looks? Contem pra gente 🙂



24 de janeiro de 2012 / TV e Cinema




Há tempos eu queria falar sobre a série aqui.  Sinceramente são poucas séries de auditório ou sitcoms  que me conquistam. Tirando Two and a Half Mene How I Met Your Mother, clássicos, não consigo me lembrar de nenhum no momento. Aí aparece Whitney na fall season do ano passado e, adivinha, adorei!  A personagem principal, Whitney (of course!) Cummings,  é interpretada por Whitney Cummings na série produzida por quem? Whitney Cummings!  Parece ridículo, mas funcionou.





O princípio é básico: Whitney namora com Alex há três anos e eles vivem juntos.  Mesmo decidindo não se casarem, ela quer mostrar aos outros o bom relacionamento dos dois. Por causa do que ela vê e ouve ao seu redor sobre outros relacionamentos, ela decide usar métodos não convencionais para manter as chamas no romance com a ajuda de seus amigos mais próximos: o recém-casal, Lily e Neal; a divorciada (três vezes!) e desinibida Roxanne; e o vizinho e policial mulherengo, Mark.

Houve algumas criticas sobre a série, mas a NBC garantiu a primeira temporada completa.





(não achei nenhum trailer legendado, desculpe)


Gostaram do post? Comentem!




15 de outubro de 2011 / TV e Cinema

 
Junta aí uma dose de estresse, uma agência comprometida a procurar a química perfeita entre casais e o cenário de LA. Curtiu? E tem mais: Empresários milionários cheios de si problemáticos com a palavra casamento.

Patti Stanger é dona do Millionaire’s Club International (o maior e mais antigo serviço de encontros dos Estados Unidos), onde milionários procuram ajuda para encontrar o amor. Sua empresa está em Beverly Hills, Los Angeles.

O reality traz dois clientes ricos e que muitas vezes não sabem o que é o amor por episódio que são selecionados por seus ajudantes, atualmente o casal Destin e Rachel. Patti escolhe os pretendentes a dedo para cada milionário e propõe um mixer, uma reunião elegante onde os milionários escolhem alguém para o encontro. 

O que mais me impressiona é o conteúdo clichê e ao mesmo tempo inédito. Vai me dizer que você imaginava existir uma agência de encontros exclusivamente para milionários? Em forma de reality? 

O programa está na quinta temporada nos Estados Unidos e aqui no Brasil você pode conferir a quarta temporada (que se passa em NY) todas as quartas às 23h, com reprises aos sábados às 15h, no canal Glitz.